terça-feira, 21 de agosto de 2007

Eu e o meu tio Fernando


Eu e a minha prima Inês :-)


Eu e a minha Tia Márcia (caramba, ela veio de propósito para me ver)


Eu e a minha prima Daniela (também é enfermeira, ela)


A minha mãe a recuperar do parto :-)


Já num quarto decente de obstetrícia


Eu e os babados, yuck...


Eu outra vez!!!


EU!!


A minha mãe depois de entrar no hospital


A minha mãe antes de ir para o hospital


O meu primeiro dia

Hoje, dia 21 de Agosto de 2007, pela 01h35 minutos, na Maternidade do Hospital Padre Américo, em Penafiel, nasci com 3 quilos e 200 gramas, filho de Rogério e de Joana. O parto foi difícil e um pouco demorado, já que a minha mãe começou a sentir contracções às nove da manhã e eu só decidi nascer 16 horas depois das contracções começarem. Mas pronto, com um pouco de esforço, lá fui andando.
Para que saibam, não fui de berrar muito, custou-me um pouco o respirar, pelo que tive necessidade de gemer uma nisca, mas nada de especial, nada que umas boas massagens dadas pela minha prima Daniela não resolvessem.
A minha mãe lá ficou, coitada, extenuada e a bufar por tudo o que era lado. Mas pronto, ao menos tem umas maminhas jeitosas para eu mamar. Consolei-me. Fiquei para morrer quando me tiraram daquelas maravilhosas fontes de comida. Já se sabe, sou boa boca, tal como o meu pai e a minha mãe, que muito gostam de comer, aqueles dois. E depois da dieta que a médica obrigou a minha mãe a seguir nas últimas semanas, caramba, aquilo é que foi mamar.
O meu pai... bem, que é que hei-de dizer dele? Não me parava de chagar a cabeça porque eu não gritava, não chorava, e andava sempre a olhar para mim com cara de mamão. Paciência, já lá se dizem que não podemos escolher a nossa família, não é? Pois a mim calhou-me estes dois mamões babados. A ver vamos como é que as coisas se desenrolam daqui para a frente.