fiz um esforço para perceber e então vi que era uma coisa viva. Um caranguejo!
estranhos são os caranguejos... de carapaça dura, andam para o lado nas paredes... humpf. Vá-se lá saber porquê...
via o caranguejo a andar de um lado para o outro, meio atarantado, meio esquisito... ora andava depressa, ora devagar... e eu ao sol a olhar para ele. Então, assim do nada, como normalmente acontece a todas as atitudes das crianças (os neurónios ainda "nadam" bastante e chocam muito uns com os outros - com resultados imprevisíveis) tive uma excelente ideia....
a ideia era clara: enterrar o caranguejo num monte de areia. Desde que descobri que a areia se pode moldar... heheheh... isso é que foi!
e do monte de areia, como fénix renascida, surgiu de novo o caranguejo...

e lá seguiu o seu caminho parede acima...

ainda tentei apanhá-lo, mas acho que se diz que «gato escaldado de água fria tem medo...» pois bem, medo foi o que o caranguejo tinha. E muito! Nunca mais o vi!
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